Quando o orgulho, a arrogância, a prepotência, o posso, mando, o sabe tudo, a ignorância, etc. se submetem à humildade, ao reconhecimento do erro, à exaltação do respeito mútuo, à boa educação e ao   exercício elevado e pleno da cidadania, os desfavorecidos, os fracos, os ultrajados, os marginalizados, os estropiados, os relegados à condição de indigentes já se sentem reconfortados. 

Essa atitude ajuda a revigorar o sistema de governação e fortalece, nas “massas”,  o sentido de pertença. 

Sobretudo quando a assunção do erro é traduzida em pedido de desculpas, sincero ou não, vindo do âmago ou não. 

Marcelo Rebelo de Sousa, Presidente da República Portuguesa, não ficou chamuscado por ter dado a mão à palmatória. Antes, pelo contrário.

KLS